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| Dá uma lombera depois do banho! |
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| Se estava bom assim, imagina a felicidade dela quando eu coloquei a água. |
“(...) Já não quer ficar mais no cercado ou ficar no quarto, e sim
passear. Está tão ocupada consigo mesma que não dá muita importância às outras
pessoas. Pega o brinquedo das outras crianças, mas não quer emprestar os seus. Recorre sempre à sua mãe, porque ela
representa o grande poder de oferecer e proteger. Já quer andar sozinha. Já se
despede da mamadeira (oi?), chama a atenção da mãe para as fraldas
molhadas, procura rabiscar com lápis, rabiscar e virar as páginas de um livro.
Fica acariciando as figuras de um livro, começa a querer imitar os
desenhos com lápis, vira e desvira objetos, gosta de ouvir música (e como
gosta), gosta de colocar anéis coloridos, adora apagar fósforos, sobre
escadas com mãos e joelhos (numa velocidade impressionante), sai do
berço (han? Qual a altura desse berço? Do dela, ela não sai não), atira
bolas, experimenta abrir e fechar portas (experimenta e aprova a experiência.
Tanto que faz sempre que há a oportunidade).
Percebe que está crescendo e procura mostrar isso, fazendo coisas de adulto: fala ao
telefone (faz tempo, néam), dirigi carrinhos, liga o aspirador de pó (se
eu tivesse um, quem sabe), procura varrer o chão (adora), tenta
pentear seus cabelos (e dos outros também).
É muito exigente, exige
atenção, procura pelos adultos quando deixada sozinha, adora sair para
passear, percebe a ausência de uma pessoa da família.
Suas habilidades motoras são muitas, andando e subindo escadas,
permanentemente ativa, e os pais não devem se mostrar descontentes com toda
esta atividade. Ela usa todas as suas
travessuras para sua satisfação e aprendizagem (ok. Então as travessuras
são importantes!)
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| Ela pergunta quem são todos os animais, apontando o dedinho e fazendo um som indescritível. Uma fofura que só vendo. |
A vontade de poder fazer
todas as coisas que os adultos fazem é um sinal sadio de inteligência da
criança. (Eba! Ainda
bem que ela sempre quer digitar no meu note, ou comer o mouse) (...)O fato
de ela insistir em fazer sozinha as tarefas, sem a interferência dos adultos,
tentando e errando, faz com que adquira por meio da repetição a habilidade, o
conhecimento. Ela gosta de pedir a seus pais para eles contarem e repetirem
histórias e canções diversas vezes, até que ela consiga memorizar e saber para
depois fazê-lo sozinha (somos, a família inteira, experts em Galinha
Pintadinha).
A disciplina forçada pelas
palmadas não é a melhor solução. Ela experimenta até onde os pais agüentam as suas malcriações,
travessuras e vontades. A hora de ir para a cama ou a das refeições são os
testes que elas mais usam, e às vezes levam os pais, vencidos pelo cansaço, ao
desespero (eu estou quase lá em relação às refeições. Alguma dica?)”
Queria que tivesse um livro para que eu visse os outros meses até
o segundo aninho, porque o próximo a ser falado nesse livro é só o 18º mês!
Pensando bem, melhor escrever o nosso próprio livro. O livro da
bebê Lara!
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| Minha travessurinha em pessoa! |
Te amo, filha. Mais que ontem, e menos que amanhã."




